Veículos pesados a diesel portugueses revisam o fornecimento de ar comprimido em sistemas de dosagem DEF assistidos por ar quando a qualidade do spray SCR permanece anormal apesar do controlo elétrico normal
Revisão de Veículos Pesados a Diesel em Portugal: Fornecimento de Ar Comprimido em Sistemas de Dosagem de ARL Assistidos por Ar Quando a Qualidade do Spray SCR Permanece Anormal Apesar do Controlo Elétrico Normal
Alguns Sistemas SCR Utilizam Dois Meios de Trabalho
Para veículos pesados a diesel em Portugal equipados com dosagem de ARL assistida por ar, a qualidade do spray SCR depende de mais do que apenas o líquido ARL.
Estes sistemas podem utilizar ar comprimido em conjunto com o ARL para suportar a entrega ou atomização.
Quando a unidade de dosagem recebe comandos elétricos e o fornecimento de ARL parece estar presente, mas a distribuição do spray permanece anormal, o circuito de ar comprimido merece uma avaliação separada.
Este tópico aplica-se apenas a arquiteturas que realmente utilizam dosagem assistida por ar.
O Fornecimento de Líquido e o Fornecimento de Ar Devem Estar Ambos Disponíveis
Um caminho funcional simplificado é:
Fornecimento de ARL + Ar Comprimido → Unidade de Dosagem → Spray Atomizado → Mistura no Escape → Reação SCR
Uma falha em qualquer um dos meios pode alterar o desempenho da dosagem.
O técnico, portanto, precisa de distinguir:
- Problema de pressão/fluxo de ARL;
- Problema de pressão de ar comprimido;
- Falha na unidade de dosagem;
- ou problema de mistura a jusante.
A Operação Elétrica Normal Não Comprova a Qualidade do Spray
A válvula de dosagem pode:
- receber tensão;
- mudar corretamente;
- comunicar com a ECU;
- e ainda assim produzir má atomização se o ar de assistência não estiver disponível.
Possíveis problemas do lado do ar podem incluir:
- linha restrita;
- conexão com fuga;
- problema no regulador;
- pressão de origem insuficiente;
- humidade ou contaminação;
- ou falha da válvula de controlo.
A disposição exata é específica do fabricante.
A Manutenção de Frotas em Portugal Pode Comparar Ambos os Meios
Onde dados de teste aprovados estão disponíveis, os técnicos podem rever:
- Condição do fornecimento de ARL;
- Pressão do ar comprimido;
- Comando de dosagem;
- Operação da válvula de controlo de ar;
- Integridade da linha;
- e desempenho real da dosagem.
Não deve ser aplicado um valor universal de pressão de ar ou fluxo de ARL em diferentes sistemas SCR.
Porquê a Má Atomização Importa
A eficácia do SCR depende não apenas de quanto ARL é comandado, mas também de como é entregue e misturado com o gás de escape.
A má distribuição do spray pode contribuir para:
- mistura incompleta;
- depósitos;
- conversão inconsistente;
- e falhas repetidas no pós-tratamento.
O problema pode, portanto, parecer ser uma "falha no injetor de ARL", enquanto a causa real é o circuito de ar de assistência.
Isto É Diferente da Injeção de Combustível do Motor
A dosagem de ARL assistida por ar ocorre no escape após a combustão.
Não deve ser confundida com injetores de combustível diesel que entregam combustível aos cilindros.
Se uma falha no SCR levar a restrição de torque, os injetores do motor podem permanecer totalmente funcionais.
Conclusão da Indústria
Para sistemas SCR assistidos por ar, a dosagem deve ser tratada como um processo de dois meios.
A questão útil não é apenas:
"O ARL está a chegar ao dosador?"
mas também:
"O ar de assistência necessário está a chegar nas condições corretas?"
FAQ
Todos os sistemas SCR utilizam ar comprimido para a dosagem de ARL?
Não. Muitos sistemas são sem ar. A arquitetura de dosagem deve ser confirmada primeiro.
A baixa pressão de ar de assistência pode afetar a qualidade do spray de ARL?
Em sistemas assistidos por ar, o fornecimento inadequado de ar pode influenciar o comportamento da dosagem e da atomização.